RIAA e a sua “luta” contra o p2p
A RIAA, em mais uma das suas acções idiotas.
Para quem não acredita em teorias da conspiração e domínio absoluto, seja por que meios for, do monopólio mundial, os nomes que estão por detrás desta intrigante organização não enganam: BMG, Columbia, Sony, Warner, Universal Records … entre outros menos importantes.
Por cá vamos tendo umas organizações que aconselham as empresas a lerem com muito cuidado as licenças do software livre, não vão ter alguma surpresa …
… Do mal o menos …
Linux - como fazer “traffic shaping” no amule
Aviso: o que cada um faz ou deixa de fazer com este ou outro programa p2p não é da minha conta, nem quero saber. A responsabilidade é vossa …
Pequeno howto para vos ensinar como limitar a largura de banda disponível para o amule, tendo em conta as Happy Hours da Cabovisão.
Primeiro, precisam de, obviamente, instalar o amule. No Fedora 6 vem com o utilitário de linha de comandos (amulecmd) já integrado.
No Ubuntu penso que não vem instalado, e portanto ou arranjam um .deb do amule compilado com o amulecmd ou terão de sacar o source do amule e compilar da seguinte maneira:
- ./configure –enable-amulecmd, seguido do make e do make install
Depois de instalado, vão às preferências, configuram tudo conforme as vossas nessecidades, e na secção “Controlos Remotos” activam “aceitar conexões externas” e definem uma password.
Agora vem a parte mais … huuu … técnica … Com o amule ligado (tem que estar ligado) executam na consola o comando amulecmd, inserem a password e em princípio deve aparecer o “amule text client”. Podem digitar “quit”.
Vamos tratar então de agendar os limites de tráfego. Vamos utilizar o crontab. Digitam crontab -e, e aparece-vos um ficheiro vazio (se nunca tiverem utilizado), aberto com o vim. Carregam na letra “a” para inserir texto, e copiam o conteudo deste ficheiro para o tal ficheiro vazio. Aconselho a lerem com mais atenção o link de explicação do crontab da wikipédia dado acima, mas pelo que podem ver nesse ficheiro dá para perceberem bem como funciona.
A explicação, por exemplo, da primeira linha referente ao amule é: ás 3.15 horas da manhã, todos os dias, correr o comando amulecmd -P 123 -c “set bwlimit up 10″.
No comando em si, o “-P 123″ refere-se à password que inseriram nas opções do amule apara acederem ao amulecmd (neste caso, pus 123), o “-c” é para executar a tarefa interna “set bwlimit up 10″, que limita o upload a 10 kbps. Um minuto depois limita os downloads a 230 kbps, neste caso, e ás 8.45 da manhã volta a limitar os uploads a 1kbps (o download passa automaticamente para 3kbps).
Para guardar o ficheiro carregam na tecla “Esc” e de seguida inserem “:wq” sem as aspas, claro. Deverá aparecer “crontab: installing new crontab”.
Pronto, está tudo feito. À dada hora, se o emule estiver ligado, as tarefas serão realizadas. Aprenderam não só a limitar o amule, como, mais importante que isso, aprenderam a trabalhar com o crontab
Dúvidas, já sabem …
Casino Royale
Casino Royale foi o filme de hoje.
Primeiro, quero só salientar que já vi, sem excepção, todos os filmes do James Bond. Sou fã, portanto …
Depois dos últimos filmes, com o Pierce, que foram pouco melhores que uma bosta de vaca, das grandes, daquelas que atraem moscas aos milhares, confesso que estava de perna atrás em relação ao novo filme. Não que compartilhe das comichões fanáticas de muitos, como a escolha do actor, entre outras ainda mais absurdas, mas a coisa estava com tendência a perder o encanto com o passar dos anos.
Engano meu, felizmente. Uma excelente introdução, como se quer nos filmes do James, uma cena introdutória de cortar a respiração, sem grandes explosões e merdas mais dignas do star wars, e um Daniel Craig simplesmente genial. Está mesmo entre os dois ou três melhores intérpretes do “cargo”. As bond girls simplesmente fantásticas, cenas de acção como antigamente, como se querem, som à altura, tudo no sítio. Pena o Q já não estar vivo …
Negativo do filme? Os senhores da Castelo Lopes devem andar a fazer contenção de despesas, e a merda do ar condicionado, numa sala com algumas 200 pessoas a debitar calor, é só para enfeitar a parede … Ou seja, o filme não tem ponta negativa por onde se lhe pegue …
Windows XP freeware edition - paradoxo?
Depois de ler o artigo do Mário Gamito, the free software paradox, e mais concretamente, o comentário do João Craveiro ao referido artigo, fez-me lembrar uma situação que ocorreu não à muito tempo comigo, numa conversa com um colega …
Eu - “Rapaz, tu nem jogas nada que não seja wow, e isso joga-se perfeitamente em Linux, portanto instalo-te isso à maneira, tudo afinadinho, e pagas a manutenção do sistema com cafés e muito de vez em quando com um sumol de laranja …”
“Mas o que é que eu ganho em ter Linux no pc?”
Eu - “Pahhh … é grátis, tens todo o software necessário também gratuito e à distância de três palavras na linha de comandos, estabilidade, segurança, etc …”
“Mas, tipo, o windows também é grátis … vai-se aos torrents, com a minha ligação saco uma versão já activada e tudo em menos de uma hora … e software arranja-se por aí … ”
Se não é este o maior entrave que o Linux enfrenta, no seu suposto avanço para o desktop, vou ali e já venho … E isto é a mentalidade do utilizador comum, que representa, vejam lá, o palavrão “Desktop”, na sua esmagadora maioria …
Linux eye-candy - Beryl fire effect
Novo efeito nas novas versões do Beryl, a imitar uma chama (com fumo e tudo) … Um pouco ao estilo desta aplicação para Mac, utilizada para gravar cd’s.
Espetacular ou não? Isto caminha para uma panóplia de efeitos 3d muito à frente de qualquer Mac OS ou do … huu … vista … E funcionam com placas dos tempos dos dinossauros …
Ps: peço desculpa pela qualidade muito ranhosa da gravação, mas a minha placa de vídeo primitiva não me permite gravar os efeitos 3d de um modo fluído com o xvidcap ou o istanbul …
Se ainda não tiverem esta versão do beryl, desenrasquem-se … Por aqui, no Fedora, tenho um repositório à maneira com updates quase diários ![]()
CSS - Layout engines compatibility
Lista completa e extremamente detalhada das compatibilidades entra as diferentes versões CSS (1, 2.1, 3) e os diferentes “layout engines”, usados pelos vários browsers existentes.
Uma página para guardar com carinho, meus caros ![]()
Rui Moura. Geek by nature. Design Multimedia student. Linux user, Photo lover. /me likes pizza, beer and caramel icecream.





