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Correcção automática no Snow Leopard Comments Off

Uma feature que ainda muito pouca gente discutiu no Snow Leopard é a correcção automática de palavras (tal como num telemóvel) e, mais que isso, o sistema detecta (mais ou menos -.-) a língua em que estamos a escrever e faz a correcção automática de acordo com isso. Não é um processo 100% fiável, mas pelo menos a detecção da língua de escrita é altamente útil, para quem escreve frequentemente em mais que uma língua.

Um pequeno exemplo que gravei com o novo quicktime, que infelizmente não permite escolher a parte do ecrã que queremos gravar, mas nada que não se resolva num instante fazendo o crop no iMovie (exportei directamente para o youtube a partir do iMovie, algo que também dá para fazer no quicktime):

Isto está ou não está cheio de pormenores deliciosos?

Snow Leopard + Logitech = asneira 5

Ok, o título está um pouco exagerado, mas a maioria dos possuidores de um qualquer rato wireless da Logitech está com problemas de performance no Snow Leopard.

Falo por mim, deixei de conseguir arrastar ficheiros, montes de lag nos movimentos e uma lentidão geral bastante ridícula, e isto para um rato que custa cerca de 50 euros (VX Revolution).

Fear not, há solução. Tenham ou não tenham instalado o Logitech Control Center, façam download, descompactem, right click no instalador e escolham a opção “Show Package Contents”.
Na nova pasta entrem em “Contents” e depois em “Resources”, onde podem encontar o programa de instalação. A partir daqui é instalar e fazer restart. Depois é configurar o rato no control center da Logitech e está feito (que fica nas preferências de sistema).

Se quiserem que um qualquer botão active o “Expose” têm que *copiar* (não cortar, copiar) o executável da pasta de utilidades para a pasta de aplicações (a pasta de utilidades fica dentro da pasta das aplicações).

Fonte

Snow Leopard – primeiros dias 14

Pois é, o Snow Leopard já cá canta desde o fim de semana, e nada como acordar das cinzas com um pequeno relato da minha experiência até agora com o bichano das neves.

Primeiro que tudo, convém dizer que fiz um upgrade ao Leopard, não instalei tudo de novo, primeiro porque não via qualquer necessidade de o fazer (tinha o sistema impecável), e depois porque só de pensar no trabalho que ia dar até ficava com calafrios.

O upgrade é um processo extremamente complexo, que consiste em clicar no ícone para instalar e esperar cerca de 40 minutos … sim, é tudo.

Ao iniciar o sistema pela primeira vez no Snow Leopard ficamos com a estranha sensação que aquilo foram 40 minutos deitados ao lixo porque não mudou absolutamente nada. Literalmente. No entanto, ao começar a mexer aqui e acolá, começamos a notar os pequenos pormenores (são sempre pequenos, salvo meia dúzia de coisas).
O sistema fica mais rápido (nota-se bastante), e quem tiver um sistema mais actual (com uma placa gráfica recente) que possa tirar partido do Open CL vai notar uma diferença de performance notável, principalmente em aplicações que tirem partido dessa tecnologia.

Os pormenores são deliciosos: o expose nos ícones das aplicações é fantástico e extremamente útil (principalmente em aplicações onde tenhamos muitas janelas individuais abertas), o finder está muito mais rápido e com retoques que o tornam mais “normal”, a navegação em pastas nas stacks foi finalmente implementada e também é extremamente útil, entre muitos outros pormenores que provam que o Snow Leopard é um upgrade do Leopard a nível da interface geral do sistema, mas não só, porque a passagem de quase tudo para 64bit e a implementação do Grand Central Dispatch provocam um aumento de performance absolutamente notável, tanto para o presente como já a pensar no futuro.

Dito isto, tive alguns problemas menores. A placa 3G não funcionava (tive que remover a ligação nas preferências de rede e fazer uma nova), e o resto foram problemas com software que ainda não estava (aparentemente) preparado para o upgrade do sistema operativo. Nada que uma ida rápida à internet não resolve-se, em quase todos os casos. Fica a excepção do Safari Stand e de 2 ou 3 programas que ainda têm versões “temporárias” (as in beta) para remediar a situação até saírem versões estáveis.

Como podem ver, o upgrade para o novo sistema vale bem a pena, está estável, está bastante mais rápido, e como cereja no topo do bolo, ainda me devolveu cerca de 20GB de espaço em disco. Sim, 20GB! (bem, ok, secalhar não foram bem 20GB)

Já mais algum leitor do blog fez o update? Problemas? Experiências? Deitam cá para fora :-)

ps: desculpem as pequenas desarrumações no layout do blog, mas conto ter tudo sobre rodas nos próximos dias.

Jóias jornalísticas – Simplesmente Macbook 2

O recente aparecimento de uma renovada linha de portáteis da Apple motivou as mais variadas reacções por esta internet fora, umas com sentido, a maioria delas sem qualquer cabimento, mas o que é certo é que a marca Apple cada vez chama mais a atenção.

Chama tanto a atenção, que vai daí tudo o que é revista e jornal passam a publicitar os novos produtos da marca, coisa que há 2 ou 3 anos era impensável por cá. Até aqui, tudo bem, não fosse a (e perdoem-me a frontalidade) pura imbecilidade e incompetência de alguns jornalistas. Senão reparem no seguinte artigo:

MacLOL
Retirado da Revista Sábado, nº 235 30/10 a 5/11, suplemento página 13. (via Shello)

O artigo em si é estranho, com inúmeras incorrecções, mas o parágrafo no fundo do artigo é uma verdadeira pérola, um achado. Este jornalista conseguiu descobrir uma coisa que mais ninguém no mundo sabia (nem tão pouco a própria Apple), o que por si só é digno de registo.

Agora eu pergunto: custava assim tanto perder 30 segundos da vida dele a abrir a página inicial da Apple para verificar o assunto em causa?

Será que isto não é uma prova perfeita de que muitos jornalistas escrevem sem fazer a menor ideia sobre o que estão a escrever? Melhor prova não há, parece-me a mim. Este jornalista muito provavelmente estava a escrever aquilo a pensar que era algum novo tipo de tubérculo, ou uma nova marca de acessórios para senhora.

Os jornalistas não têm noção do ridículo? E já não falo dos editores que aceitam estes artigos (ou que nem para eles olham …)

edit: parece que mais alguém também já escreveu sobre isto :)

Review – Trust Wireless Optical Mini Mouse 6

Ok, o nome é péssimo (Trust Wireless Optical Mini Mouse MI-4930Rp), mas garanto que o rato é excelente.

Primeiro que tudo, vamos ser honestos. Este rato é uma cópia descarada (mas não total), a nível de desenho, do Logitech MX Revolution, que é considerado o rei dos ratos para laptops, e com razão, não digo o contrário. Para mim, é um ponto positivo, porque a ergonomia do Logitech é a melhor alguma vez conseguida.

Para dar ideia real do tamanho do rato, coloquei-o ao lado de um cartão SIM, com o respectivo “dongle” também cá fora:

Como podem ver, o rato é pequeno, mas não demasiado pequeno (um erro idiota de muitos destes ratos), e o dongle, apesar de não ser microscópico como o do Logitech, é também bastante pequeno, e arruma-se na parte inferior do rato, desaparecendo por completo da vista.

A nível de extras, tem um botão dedicado para mudar os DPI (funciona nativamente em OSX), tem a scroll wheel com deslocamento lateral (além das funções normais) e mais dois botões convenientemente colocados do lado direito e que são facilmente manejáveis. De notar que o rato funciona nativamente em OSX, mas tal como o Logitech, necessita de um programa que permita configurar as teclas extra correctamente. Uso o SteerMouse, uma vez que a trust nem se dá ao trabalho de produzir drivers para OSX (não os censuro, na verdade, é só uma constatação). Com este programa, configurei o deslocamento lateral da wheel para subir/baixar o volume, e as teclas laterais para avançar/retroceder nos browsers/finder.

A performance é a de um rato comum, não se sente qualquer lag na deslocação (o que é péssimo para trabalhos que requerem precisão) e funciona com uma pilha, que aguentou no meu, utilizado todos os dias durante várias horas, cerca de 3 meses. O Logitech tem uma bateria, e tem carregador externo. É uma questão de gosto, e no fundo vai dar quase ao mesmo.

A nível ergonómico é excelente, derivado da concepção inspirada no Logitech, que se adapta perfeitamente às curvas da mão, ficando perfeitamente encaixado nesta. Neste aspecto, não poderia ser melhor.

Para finalizar, falta realçar a grande (gigantesca, mesmo) vantagem sobre o Logitech, que é o preço. O Logitech anda na ordem dos 50/55 euros, dependendo da loja, mas não sai muito dessa linha de preço. O Trust custou-me, vai fazer 4 meses, 20 euros. Sim, leram bem, quase 3 vezes menos. Não indico a loja, porque foi numa lojita local que nem tem site, mas encontra-se à venda em várias lojas nacionais.

Posto isto, em jeito de conclusão, só posso dizer que estou maravilhado com este rato. É pequeno, mas não muito, é ergonómico, tem o peso ideal (nem muito pesado nem muito leve) e uma autonomia e performance fantásticas.

Como diriam os dudes do DPreview, Highly Recommended :-) , para quem não estiver na disposição de estourar 50 euros num rato (que é o melhor, mas é bastante caro).

Pixelmator 1.2 Comments Off

Pixelmator 1.2

Saiu a nova versão do Pixelmator, com imensas melhorias, novas ferramentas e supostamente mais rápida. Quem já tem o Pixelmator é só fazer update pelo programa (imagem acima), quem não tem e perdeu a oportunidade de o conseguir por um punhado de euros no Macheist podem fazer download da demo ou comprar o programa por 60 usd.

Podem também ver a review do ars technica.

Ps: desculpem a desarrumação no layout do blog, em princípio fica este, depois dou uns ajustes.

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