Review - Trust Wireless Optical Mini Mouse

Ok, o nome é péssimo (Trust Wireless Optical Mini Mouse MI-4930Rp), mas garanto que o rato é excelente.

Primeiro que tudo, vamos ser honestos. Este rato é uma cópia descarada (mas não total), a nível de desenho, do Logitech MX Revolution, que é considerado o rei dos ratos para laptops, e com razão, não digo o contrário. Para mim, é um ponto positivo, porque a ergonomia do Logitech é a melhor alguma vez conseguida.

Para dar ideia real do tamanho do rato, coloquei-o ao lado de um cartão SIM, com o respectivo “dongle” também cá fora:

Como podem ver, o rato é pequeno, mas não demasiado pequeno (um erro idiota de muitos destes ratos), e o dongle, apesar de não ser microscópico como o do Logitech, é também bastante pequeno, e arruma-se na parte inferior do rato, desaparecendo por completo da vista.

A nível de extras, tem um botão dedicado para mudar os DPI (funciona nativamente em OSX), tem a scroll wheel com deslocamento lateral (além das funções normais) e mais dois botões convenientemente colocados do lado direito e que são facilmente manejáveis. De notar que o rato funciona nativamente em OSX, mas tal como o Logitech, necessita de um programa que permita configurar as teclas extra correctamente. Uso o SteerMouse, uma vez que a trust nem se dá ao trabalho de produzir drivers para OSX (não os censuro, na verdade, é só uma constatação). Com este programa, configurei o deslocamento lateral da wheel para subir/baixar o volume, e as teclas laterais para avançar/retroceder nos browsers/finder.

A performance é a de um rato comum, não se sente qualquer lag na deslocação (o que é péssimo para trabalhos que requerem precisão) e funciona com uma pilha, que aguentou no meu, utilizado todos os dias durante várias horas, cerca de 3 meses. O Logitech tem uma bateria, e tem carregador externo. É uma questão de gosto, e no fundo vai dar quase ao mesmo.

A nível ergonómico é excelente, derivado da concepção inspirada no Logitech, que se adapta perfeitamente às curvas da mão, ficando perfeitamente encaixado nesta. Neste aspecto, não poderia ser melhor.

Para finalizar, falta realçar a grande (gigantesca, mesmo) vantagem sobre o Logitech, que é o preço. O Logitech anda na ordem dos 50/55 euros, dependendo da loja, mas não sai muito dessa linha de preço. O Trust custou-me, vai fazer 4 meses, 20 euros. Sim, leram bem, quase 3 vezes menos. Não indico a loja, porque foi numa lojita local que nem tem site, mas encontra-se à venda em várias lojas nacionais.

Posto isto, em jeito de conclusão, só posso dizer que estou maravilhado com este rato. É pequeno, mas não muito, é ergonómico, tem o peso ideal (nem muito pesado nem muito leve) e uma autonomia e performance fantásticas.

Como diriam os dudes do DPreview, Highly Recommended :-), para quem não estiver na disposição de estourar 50 euros num rato (que é o melhor, mas é bastante caro).

Pixelmator 1.2

Pixelmator 1.2

Saiu a nova versão do Pixelmator, com imensas melhorias, novas ferramentas e supostamente mais rápida. Quem já tem o Pixelmator é só fazer update pelo programa (imagem acima), quem não tem e perdeu a oportunidade de o conseguir por um punhado de euros no Macheist podem fazer download da demo ou comprar o programa por 60 usd.

Podem também ver a review do ars technica.

Ps: desculpem a desarrumação no layout do blog, em princípio fica este, depois dou uns ajustes.

Retro gaming em Mac OSX

Já não se fazem jogos destes, com bandas sonoras geniais, com jogabilidade absoluta, que nos prendiam horas e horas aos magníficos televisores. É uma pena.

O emulador de NES/Famicon pode ser encontrado aqui, e o melhor é que existe tanto para Mac com windows e Linux. Já os roms tenho que deixar à imaginação de cada um como os arranjar.

(contém vídeo do youtube)

Quem disse que não dava para jogar os melhores jogos em Mac OSX?

Nota: vídeo gravado com o Snapz Pro X, cortesia do Macheist :)

Mac OSX Leopard 10.5.2

Mac OSX 10.5.2

Pois é, actualizem lá os maquinões, que os amigos do viste-la ainda se andam a divertir com as versões beta do service pack 1 (sou só eu a achar absurdo lançar versões beta de um update grande do sistema?).

Aqui o branquinho está bom e recomenda-se, que os “fixes” ainda são alguns, entre algumas opções novas de sistema, como poder mudar a transparência do menubar.

Vá, estão à espera de quê?

Macheist

Macheist

Já devem ter ouvido falar do Macheist, um evento onde é vendido um “bundle” de programas a um preço simbólico, com o objectivo único de angariar dinheiro para instituições de caridade.

Tendo em conta o preço pedido, $49, o bundle é muito atractivo, incluindo software bem bom e caro como o Vector Designer, Pixelmator, Snapz Pro, CssEdit entre outros, mas existe a possibilidade de comprar o bundle em grupos de 2 ou mesmo 3 pessoas, benificiando de um desconto agradável. Foi o que eu mais os caros Levi Figueira e o José Carlos fizémos, encomendando um bundle de 3, ficando o preço da coisa, depois da conversão para euro, a cerca de 22 euros.

Ajudámos uma boa causa e ao mesmo tempo adquirimos licença para nada menos que 12 programas (mais dois jogos). Acaba já amanhã (23 Janeiro), por isso ainda podem aproveitar para adquirir este fantástico bundle.

Ps: isto tudo, claro, para Mac :D

As novidades do tio Steve

Pois é, já devem estar fartos de ouvir falar desta porcaria, já deve haver pessoal a filtrar a palavra apple no leitor de feeds directamente para o /dev/null, mas eu tinha que escrever alguma coisa, não me ia ficar atrás, certo?

Primeiro, o resumo, em 60 segundos, da keynote, cortesia da Jonas (nota para feed viewers: vídeo).

O grande produto (supostamente), o Macbook Air, o portátil mais fino do mundo, com um processador feito por encomenda pela Intel, 2GB de RAM, um disco de 80GB e giro como o raio. Tem memória integrada na board, por isso esqueçam upgrades (2GB chegam e sobram para o que o laptop pode dar, parem de choramingar), uma bateria que só pode ser substituída pela Apple (a substituição custa 129 dólares, sem mais custos, parem de choramingar, que é o que uma bateria custa) e 1,3Kg de peso. Com isto tudo, ainda lhe meteram um monitor LED de 13.3′ e um teclado normal. Mais uma vez, parem de choramingar. Os ultra portáteis de outras marcas são uns trambolhos, com baterias gigantes, cheios de portas que ninguém usa, com teclados microscópicos e monitores ainda mais microscópicos. Só falha redondamente, a meu ver, no facto de não ter drive óptica.O conceito entende-se, mas é demasiado futurista. Ou então não …
Bottom line, adorei o portátil, e para quem já tem uma máquina em casa é um portátil brutal, um portátil com P grande, à séria.

Depois, das novidades menores, o Time Capsule é deveras atractivo. Um Airport todo equipado até aos dentes com um disco de 500GB/1TB para backups via wireless para a casa toda, brutalmente integrado no sistema. Claro que é muito mais atraente para quem tem máquinas Apple em casa. O preço do modelo mais barato, 300 euros, não é nada do outro mundo, olhando para o que oferece. Muito atraente, esta coisa.

O update à Apple TV é só mesmo isso, um update de software, se bem que agora podemos alugar filmes pelo iTunes, algo que vai fazer imenso sucesso por estas bandas (NOT) e os updates ao iPhone e iPod Touch são um pouco absurdos, tendo em conta que no lado do iPhone agora temos um Maps com sistema de localização, obviamente powered by google, que já oferece isso no google maps mobile à que tempos, e já se pode enviar sms para múltiplos contactos … yey … Do lado do Touch, adicionaram-se o Mail e mais umas coisa que fazem dele, neste momento, um iPhone sem a parte do telemóvel, literalmente. Ahh, e os updates do Touch custam 20 dólares. Absurdo …

Pronto, viram, não custou nada. Fiz a minha análise, não me limitando a dizer o que cerca de metade da via láctea já tinha dito.

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