Preços do iPhone na Vodafone - a comédia à Portuguesa

Lol2

A Vodafone Portugal, uma das duas operadoras que, até ver, vai vender o iPhone por cá, lançou hoje, dia 7 de Julho de 2008 (3 dias antes do lançamento do aparelho, podia ser pior), os moldes em que vai ser comercializado o iPhone, neste site.

Depois de uma análise atenta ao tarifários e preços, concluí uma única coisa, e a frase que me veio à mente foi “só podem estar a gozar”. Passo a explicar.

Os preços de compra do aparelho propriamente dito não são nem bons, nem maus, são o que se estava à espera (eu, pelo menos), tanto os preços que não estão ligados a um contrato (em que se pode manter o actual cartão recarregável), e que são de €499,90 e 599,90€, para as versões de 8 e 16GB, respectivamente, tal como os associados a planos, que vão de €129,90 até €389,90, dependendo do plano escolhido.

Até aqui, tudo bem, pensaria eu, mas quando se chega à parte do tráfego de Internet incluído a gargalhada é inevitável. Num aparelho que está todo ele virado para a internet (alguém deveria ter explicado isto à Vodafone, com jeitinho), oferecer um tráfego mensal de 250Mb é possivelmente a anedota do ano, perdoem-me a frontalidade, mas é mesmo para rir. 250Mb dá qualquer coisa como 8.33 Mb por dia de utilização (num mês de 30 dias), que é por si só anedótico, mas não pára por aqui. Quem quiser adquirir o aparelho livre de contrato, tem à sua dsposição o que eles chamam de “Aditivo iPhone”, onde se paga €19,90 pelos tais 250MB mensais. Quem não quiser pagar esta mensalidade, já de si patética, e agora vem a maior anedota, não do ano, mas das últimas décadas, tem que pagar €3 por dia, com direito a 20Mb de tráfego. Não leram mal, é mesmo €3 euros. E mais, nesta modalidade o tráfego é limitado a 384 Kbps. Vá, riam-se.

Por curiosidade, e porque os preços do iPhone já se sabem em toda a Europa faz tempo, fui ver os preços que esta mesma empresa, a Vodafone, pratica em Itália, num país com um nível de vida superior ao nosso (não que isso seja importante para aqui). Planos e tarifários e preços do dispositivo à parte, vejam só quanto a Vodafone vai cobrar pelo tráfego de internet naquela país:

lol?

Notem que os preços do aparelho são particamente os mesmos (na modalidade sem assinatura), e no entanto, reparem bem na disparidade de condições que se encontra entre oferecido pela Vodafone Itália e pela Vodafone Portugal. Se isto não é de rir, então devo estar a ver muito mal, ou não sei de algo que a Vodafone sabe.

As razões para esta anedota? Sinceramente não sou grande expert para estar aqui a divagar acerca das razões que levam a Vodafone a fazer isto, tenho umas ideias, mas gostava que os leitores do blog pudessem participar na discussão e que se pudesse chegar a uma ideia concreta. Assim de repente, só me lembra algo do género “vamos chular o pessoal que está com aquela coisa de comprar o aparelho sem olhar a custos“, mas eu não queria acreditar que a Vodafone fosse capaz disto.

Digam coisas.

Edit: pequeno update, com a tabela de preços que vinha no mail que a Vodafone acabou de me enviar, para confirmar o meu pré registo. Ironias :)

Happy Birthday to me

Happy birthday to me, happy birthday to me, happy birthday dear Rui, Happy birthday to me …

(tentem ler isto com a música na cabeça senão não tem piada)

O que é afinal este Blog?

Depois de assistir a um magnífico debate sobre a blogosfera na Sic achei por bem simplificar a vida aos visitantes do meu blog.

Passo a explicar, em traços gerais, o real significado deste blog, a sua finalidade e também um pouco da minha personalidade, para as pessoas não serem induzidas em erro:

Podia continuar, perder-me numa imensidão de adjectivos e frases alucinantes, ms já perceberam a ideia. Depois de ter visto este programa nunca mais vou ser o mesmo.

Percebi que, afinal de contas, vivia na ilusão de ser uma pessoa normal.

E já agora, os meus profundos parabéns à SIC, a qualidade dos seus programas está quase a acompanhar os da TVI, falta pouco.

Ao que isto chegou

Pronto, que venham daí os defensores deste cantinho à beira mar plantado, que eu vou cascar outra vez.

Hoje lê-se no Público:

Depois de ter recebido em Janeiro três queixas-crime por abuso de poder fiscal contra os mais altos responsáveis do Ministério das Finanças, a Procuradoria-Geral da República (PGR) recebe hoje em audiência a Associação Nacional das Pequenas e Médias Empresas (PME), o organismo que deu apoio jurídico aos contribuintes queixosos. ….

… Ora, o pedido de audiência não podia ser mais explícito em relação aos seus motivos: a forma de actuação da administração fiscal. No entender da associação, a DGCI tem posto em causa “sérias questões no que respeita aos direitos, liberdades e garantias” dos contribuintes, “principalmente quando estes, de forma indevida, ficam sem se poder previamente defender, com as suas contas bancárias penhoradas e com a sua imagem comercial prejudicada”. Assim sendo, prossegue a associação, “porque nos parece haver questões de abuso de poder e até de burla, julgamos que seria de evitar situações sérias que ponham em causa o princípio do Estado de direito

Vêm o que eu quero dizer? Penhoram as contas ao meliantes, aos vigaristas e ao ladrões que fogem aos impostos e praticam todas as ilegalidades fiscais de que se conseguem lembrar, e são acusados de burla e abuso de poder. Melhor, é hasteada a bandeira do “Estado de Direito”, estado de direito esse que os burlões se esquecem de hastear quando pagam os impostos (ou quando não os pagam).

Coitados pá, não se lhe fazia uma coisa destas. Mas o pior disto tudo é a falsidade da questão. Será que passa pela cabeça de alguém com 2 neurónios que as finanças penhoram o que quer que seja sem notificar a pessoa? E será que passa pela cabeça de alguém que as finanças penhoram logo assim os salários e contas, sem mais nem menos? Para os menos informados, é a última e derradeira acção para o caso dos meliantes andarem a mudar os bens para nome dos filhos ou da esposa que convenientemente se separou dele há uns dias.

Não há pachorra para estas poucas vergonhas, a sério … Se fossem parar com o cú à prisão eles já piavam baixinho, mas nem assaltantes de bancos ou mesmo assassinos lá vão parar, e por isso mesmo é que se lhes vai onde dói mais, à bela da continha bancária e ao belo do salário …

Se tudo fosse assim …

Feitos que estão 3 meses de utilização do meu Macbook, vou fazer uma pequena retrospectiva do que tem sido a minha experiência com esta máquina maravilhosa.

A nível de hardware, não se passa nada. O branquinho (nome por que eu o trato) nunca se queixou de nada, até à data. Meti-lhe um Dimm de 2GB (da kingston), ficando com um total de 2,5GB (aproveitei um dos Dimms de 512 que vinham, o outro está no fundo da gaveta … anyone?) e posso dizer que ele aguenta literalmente com tudo, sem se queixar, sem ficar lento, sem a rodinha começar a rodar até à exaustão.

É também super silencioso, podendo dizer que é virtualmente impossível saber que eles está a trabalhar, pelo ruído que produz, e a super ruidosa (quando ao máximo) e potente ventoinha só entra em acção quando é estritamente necessário.

A bateria, enfim … que há a dizer disto. Aguenta 4 horas e meia, sem grandes kungfus, podendo ir às 5 horas se um gajo estiver aqui com afinações, o que mete logo à partida 95% (ou mais) dos laptops que aí andam no bolso. Já tem, até à data, 29 ciclos (para verem com a tenho usado), e continua como nova.

A nível do chassis, bem, é mesmo o ponto mais … menos bom da coisa. Como é feito num PVC ultra brilhante (mas resistente e inquebrável), está sujeito ao mais insignificante risco. Já tem umas amostras de risco na tampa, coisa pequeninas, invisíveis ao primeiro olhar, mas que eu estou sempre a notar. Tenho o maior dos cuidados com ele, e mesmo assim lá estão os tais riscos microscópicos. Enfim, é um mal menor.

Quanto a manchas propriamente ditas, tenho o cuidado de limpar a superfície do teclado e da parte onde se apoiam as mãos uma vez por semana, perco 2 minutos, e mantém a coisa branca …

Por falar em pontos fracos, ou menos bons, note-se o transformador. É muito lindo, é giro, é bonito, mas, imagine-se, é feito precisamente no mesmo material do próprio Macbook. Imaginam, portanto, a quantidade de riscos que já tem …

Já falei do hardware, falta falar do software. O OSX Leopard aumentou a minha produtividade, é ponto assente, deixei de andar com kungfus por tudo e por nada, e é super estável e rápido. Tive, até à data, um GSOD (aqui é cinzento, não azul, e diz-nos o que temos que fazer), e foi devido a um programa (com bluetooth ao barulho), portanto não foi culpa exclusiva do Leopard. O ambiente de trabalho mantém-se sempre fluído, sempre estável, mesmo com um milhão de aplicações abertas.

Claro que nem tudo são rosas. O Finder é, vá lá, um pouco limitado, apesar do “bling bling” que lhe adicionaram, e por vezes chega mesmo a ser absurda esta limitação, nomeadamente a nível de movimentação de ficheiros entre pastas. Fora isso, nada a apontar. Tudo funciona como é suposto funcionar.

Se recomendo? Claro que recomendo, mesmo para aqueles que meteram na cabeça, numa quase só por ser do contra, que não querem um Mac, porque enfim, porque é um Mac … ;). E os novos até já vêm mais recheados e tudo, com 2GB de RAM e discos mais maior grandes …

Kandahar, as in Paquistão?

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Por muito terrível que seja a notícia, onde uma vez mais os terroristas matam pessoas inocentes com a cobertura do corão e da sua conveniente interpretação, é algo que estamos habituados a ver como o pão nosso de cada dia daquela gente, e por vezes já nem se liga às notícias, mas acho que as pessoas daquela região do globo e também nós merecíamos um pouco mais de respeito por parte de quem hoje em dia trata de nos informar.

São erros uns atrás dos outros, a um ritmo alarmante. Copy/Paste sem ler sequer o que se está a copiar, no seu pior …

Ps: não digo o nome do site de notícias, vocês chegam lá … ou não …

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