Happy Birthday to me 28

Happy birthday to me, happy birthday to me, happy birthday dear Rui, Happy birthday to me …
(tentem ler isto com a música na cabeça senão não tem piada)

Happy birthday to me, happy birthday to me, happy birthday dear Rui, Happy birthday to me …
(tentem ler isto com a música na cabeça senão não tem piada)
Depois de assistir a um magnÃfico debate sobre a blogosfera na Sic achei por bem simplificar a vida aos visitantes do meu blog.
Passo a explicar, em traços gerais, o real significado deste blog, a sua finalidade e também um pouco da minha personalidade, para as pessoas não serem induzidas em erro:
Podia continuar, perder-me numa imensidão de adjectivos e frases alucinantes, ms já perceberam a ideia. Depois de ter visto este programa nunca mais vou ser o mesmo.
Percebi que, afinal de contas, vivia na ilusão de ser uma pessoa normal.
E já agora, os meus profundos parabéns à SIC, a qualidade dos seus programas está quase a acompanhar os da TVI, falta pouco.
Pronto, que venham daà os defensores deste cantinho à beira mar plantado, que eu vou cascar outra vez.
Hoje lê-se no Público:
Depois de ter recebido em Janeiro três queixas-crime por abuso de poder fiscal contra os mais altos responsáveis do Ministério das Finanças, a Procuradoria-Geral da República (PGR) recebe hoje em audiência a Associação Nacional das Pequenas e Médias Empresas (PME), o organismo que deu apoio jurÃdico aos contribuintes queixosos. ….
… Ora, o pedido de audiência não podia ser mais explÃcito em relação aos seus motivos: a forma de actuação da administração fiscal. No entender da associação, a DGCI tem posto em causa “sérias questões no que respeita aos direitos, liberdades e garantias” dos contribuintes, “principalmente quando estes, de forma indevida, ficam sem se poder previamente defender, com as suas contas bancárias penhoradas e com a sua imagem comercial prejudicada”. Assim sendo, prossegue a associação, “porque nos parece haver questões de abuso de poder e até de burla, julgamos que seria de evitar situações sérias que ponham em causa o princÃpio do Estado de direito
Vêm o que eu quero dizer? Penhoram as contas ao meliantes, aos vigaristas e ao ladrões que fogem aos impostos e praticam todas as ilegalidades fiscais de que se conseguem lembrar, e são acusados de burla e abuso de poder. Melhor, é hasteada a bandeira do “Estado de Direito”, estado de direito esse que os burlões se esquecem de hastear quando pagam os impostos (ou quando não os pagam).
Coitados pá, não se lhe fazia uma coisa destas. Mas o pior disto tudo é a falsidade da questão. Será que passa pela cabeça de alguém com 2 neurónios que as finanças penhoram o que quer que seja sem notificar a pessoa? E será que passa pela cabeça de alguém que as finanças penhoram logo assim os salários e contas, sem mais nem menos? Para os menos informados, é a última e derradeira acção para o caso dos meliantes andarem a mudar os bens para nome dos filhos ou da esposa que convenientemente se separou dele há uns dias.
Não há pachorra para estas poucas vergonhas, a sério … Se fossem parar com o cú à prisão eles já piavam baixinho, mas nem assaltantes de bancos ou mesmo assassinos lá vão parar, e por isso mesmo é que se lhes vai onde dói mais, à bela da continha bancária e ao belo do salário …
Feitos que estão 3 meses de utilização do meu Macbook, vou fazer uma pequena retrospectiva do que tem sido a minha experiência com esta máquina maravilhosa.
A nÃvel de hardware, não se passa nada. O branquinho (nome por que eu o trato) nunca se queixou de nada, até à data. Meti-lhe um Dimm de 2GB (da kingston), ficando com um total de 2,5GB (aproveitei um dos Dimms de 512 que vinham, o outro está no fundo da gaveta … anyone?) e posso dizer que ele aguenta literalmente com tudo, sem se queixar, sem ficar lento, sem a rodinha começar a rodar até à exaustão.
É também super silencioso, podendo dizer que é virtualmente impossÃvel saber que eles está a trabalhar, pelo ruÃdo que produz, e a super ruidosa (quando ao máximo) e potente ventoinha só entra em acção quando é estritamente necessário.
A bateria, enfim … que há a dizer disto. Aguenta 4 horas e meia, sem grandes kungfus, podendo ir à s 5 horas se um gajo estiver aqui com afinações, o que mete logo à partida 95% (ou mais) dos laptops que aà andam no bolso. Já tem, até à data, 29 ciclos (para verem com a tenho usado), e continua como nova.
A nÃvel do chassis, bem, é mesmo o ponto mais … menos bom da coisa. Como é feito num PVC ultra brilhante (mas resistente e inquebrável), está sujeito ao mais insignificante risco. Já tem umas amostras de risco na tampa, coisa pequeninas, invisÃveis ao primeiro olhar, mas que eu estou sempre a notar. Tenho o maior dos cuidados com ele, e mesmo assim lá estão os tais riscos microscópicos. Enfim, é um mal menor.
Quanto a manchas propriamente ditas, tenho o cuidado de limpar a superfÃcie do teclado e da parte onde se apoiam as mãos uma vez por semana, perco 2 minutos, e mantém a coisa branca …
Por falar em pontos fracos, ou menos bons, note-se o transformador. É muito lindo, é giro, é bonito, mas, imagine-se, é feito precisamente no mesmo material do próprio Macbook. Imaginam, portanto, a quantidade de riscos que já tem …
Já falei do hardware, falta falar do software. O OSX Leopard aumentou a minha produtividade, é ponto assente, deixei de andar com kungfus por tudo e por nada, e é super estável e rápido. Tive, até à data, um GSOD (aqui é cinzento, não azul, e diz-nos o que temos que fazer), e foi devido a um programa (com bluetooth ao barulho), portanto não foi culpa exclusiva do Leopard. O ambiente de trabalho mantém-se sempre fluÃdo, sempre estável, mesmo com um milhão de aplicações abertas.
Claro que nem tudo são rosas. O Finder é, vá lá, um pouco limitado, apesar do “bling bling” que lhe adicionaram, e por vezes chega mesmo a ser absurda esta limitação, nomeadamente a nÃvel de movimentação de ficheiros entre pastas. Fora isso, nada a apontar. Tudo funciona como é suposto funcionar.
Se recomendo? Claro que recomendo, mesmo para aqueles que meteram na cabeça, numa quase só por ser do contra, que não querem um Mac, porque enfim, porque é um Mac …
. E os novos até já vêm mais recheados e tudo, com 2GB de RAM e discos mais maior grandes …


Por muito terrÃvel que seja a notÃcia, onde uma vez mais os terroristas matam pessoas inocentes com a cobertura do corão e da sua conveniente interpretação, é algo que estamos habituados a ver como o pão nosso de cada dia daquela gente, e por vezes já nem se liga à s notÃcias, mas acho que as pessoas daquela região do globo e também nós merecÃamos um pouco mais de respeito por parte de quem hoje em dia trata de nos informar.
São erros uns atrás dos outros, a um ritmo alarmante. Copy/Paste sem ler sequer o que se está a copiar, no seu pior …
Ps: não digo o nome do site de notÃcias, vocês chegam lá … ou não …
Sim, outra vez a bater na mesma tecla.
Nos primeiros dias de aplicação da nova lei, tudo bonito, tudo a cumprir, e eu a pensar para os meus botões (do casaco, que eu não gosto de camisas) que algo de estranho estava para vir aÃ. Era bom de mais para ser verdade.
Ontem, depois de uma conversa com uns amigos, apercebi-me da realidade. A maioria dos cafés, pelo menos aqui (acredito que seja em todo o lado) estão literalmente a cagar-se para a lei, e estão a permitir que se fume dentro dos estabelecimentos, alegando que já têm os sistemas de aspiração de fumos que são exigidos.
É esta última constatação que ganha contornos do que eu chamo “genialidade tuga”. Um dos cafés em causa, que eu conheço bem, porque era em frente à minha antiga casa, está a permitir que se fume, sendo que se estiverem 2 ou 3 pessoas lá dentro a fumar um gajo sai de lá parece vindo de um desaterro de cinza tabágica. Tem provavelmente o pior sistema de ventilação do universo, mas permite que se fume lá dentro. Genial.
Este é só um exemplo, há muitos outros. Quem é que agora vai fiscalizar isto tudo? É que os génios tugas donos de cafés já se aperceberam que podem literalmente cagar na lei …