Android – Aplicações Essenciais 5

Após umas semanas com o meu HTC Magic, de muita navegação pelo Android Market e de muitos testes, cheguei a uma lista de aplicações que para mim são absolutamente essenciais para tirar o devido proveito deste telemóvel.

Em primeiro lugar vem a aplicação para o twitter, um serviço que uso muito, e que portanto merece toda a minha atenção. Há inúmeros clientes para este serviço no Market, testei quase tudo, ou mesmo tudo o que havia para testar, e para mim o que apresenta mais qualidade, no geral, é o Seesmic. Interface excelente, está mais rápido que nas primeiras versões, e faz tudo o que se pede. Envio de fotos (a partir da memória ou tirada na hora), vídeos (igual), posição GPS, listas, etc, etc … temos acesso a tudo.

Como “file manager” experimentei e fiquei com o Astro File Manager. Além de fazer o que o nome indica, tem gestor de backups (dá para fazer backups de aplicações), task killer, e muito mais.

Para aceder e editar ficheiros no Google Docs, com acesso offline (guarda na memória SD) e sincronização, recomendo o Gdocs. Não suporta edição de folhas de cálculo, é uma pena, mas como não uso muito, serve-me lindamente.

Para tirar notas “on the go”, de imagens, sons, texto, e tudo o que se lembrarem, há, claro, o Evernote. Ainda não tem modo offline, que é algo essencial, a meu ver, mas lá chegará, ainda está numa fase primária de desenvolvimento.

Para ouvir música, boa música, há o inevitável Last.fm. Com os limites estapafúrdios que temos em Portugal, é arriscado estar a usar este serviço por 3G, mas em casa, ou no shopping, ou no hotel, ou no escritório, com Wifi, este serviço torna-se um mimo.
Duas notas acerca deste programa. Primeiro, como devem saber, só está disponível para assinantes do serviço. Só assim poderão utilizar o programa no dispositivo Android. Segundo, não está disponível no Market de Portugal. Têm que mudar o Market para uma operadora alemã (por exemplo) para poder fazer download da aplicação (não vou falar aqui disso em mais detalhe, peço desculpa). Alternativamente, há sítios onde se pode fazer download da aplicação para o cartão SD, e instalar a partir de lá, sem problema.

Para controlar o tráfego 3G (saber quanto já gastaram, quanto têm até ao fim do mês, alarmes ao chegar a X percentagem, etc), uso o 3G Watchdog. É muito simples de configurar, e muito completo.

Para aquelas alturas em que o dispositivo teima em ligar-se à internet, mesmo que já tenham desligado tudo e mais alguma coisa (o Android é todo ele virado para a web e para a sincronização perfeita com os serviçoes Google), e já estejam apertados com os limites de tráfego mensal (o que é bastante fácil de acontecer), uso um “widget” chamado Toggle Data Widget. Adicionam o widget ao desktop, e com um simples clique ligam e desligam o acesso à internet (acesso gprs/3G), sem desligar os MMS (algo que pode ser útil para quem usa, não é o meu caso).

Por último, para terminar esta primeira série de aplicações essenciais, o My Tracks. Se praticam desporto, se andam muito e gostavam de medir as distâncias percorridas, ou se quiserem partilhar as vossas corridas com amigos (envio para “my maps” do google maps, público ou privado) e manter um log do que têm feito (envio para o google docs), o My Tracks é fenomenal. Ligam o GPS, e não têm que se preocupar com mais nada. É simples, mas ao mesmo tempo muito completo, apresentando médias de velocidade, altitude, e tudo o mais a que temos direito.

No próximo post vou falar de aplicações mais viradas para a componente multimédia. Espero que gostem, e se acham que conhecem melhores alternativas aos programas que eu referi, não tenham vergonha em comentar, eu agradeço.

A minha experiência com o HTC Magic 25

HTC Magic

Pois é, depois de muito ponderar e de olhar para todas as opções do mercado, o Magic tinha chegado a um ponto em que era quase impossível dizer-lhe que não.

Apesar de ter alguma experiência em telemóveis, e de já ter mexido antes, a título de curiosidade, em Android, ter um telemóvel nas mãos é outra coisa. Já passei desde os telemóveis mais básicos até ao último com windows mobile (HTC Diamond), com paragens no Symbian (sem saudades).

Curto e grosso: Android ao lado do windows mobile parece vindo do futuro. Ou melhor, é o presente, o windows mobile é que continua a viver no passado, e bem longínquo (e sim, cheguei a usar bastante o suposto “Windows Phone 6.5″, que não passa de mais um updatezito manhoso à interface base de 2003).

Concentremo-nos no Magic. Economicamente falando, é um aparelho que fica bastante em conta, principalmente para quem possuir alguns pontos, que era o meu caso. Adquiri-o na TMN, no catálogo de pontos, e, por termo de comparação, paguei exactamente 1/3 do que custa um iPhone de 16GB (é uma mera comparações do valor monetário, não fiquem excitados).

Sabia, à partida, das limitações da coisa. O processador está mais rodado que uma senhora da via norte (o Diamond já vinha com este processador), não tem jack 3.5mm (pode-se comprar um adaptador, mas hey, não é a mesma coisa) e acima de tudo sabia que o Android em si não estava muito virado para a componente multimédia (o leitor de música e vídeo são bastante rudimentares, há que dizê-lo). Tirando estes pormenores, tem um ecrã muito bom (com alguns problemas de sensibilidade nos bordos, mas é geral), é giro (black is the new white) e tem Android, que para mim é o sistema operativo para telemóveis mais equilibrado da actualidade.

Depois dos primeiros dias em que a carga só dava para meio dia, de tantas coisas experimentar, posso assegurar que tem bem melhor autonomia que o Diamond, e isso para mim chega :) .

O GPS é fortíssimo (apanho sinal dentro de casa, com o Diamond era impossível), o Wifi cumpre, está tudo no sítio. O sistema é extremamente amigo dos dedos, tudo muito optimizado para uma experiência excelente, sem as malfadadas canetas que ainda fazem as maravilhas de muita gente porque … bem, na verdade nunca entendi (no sentido de gostarem de usar aquilo, não no sentido de terem que usar aquilo).

Não falei acima do Bluetooth, porque, bem, isto ainda está meio incompleto. Ou melhor, até nem está, mas vem com as coisas porreiras desactivadas de origem. Emparelhar com auriculares é na boa, mas transferências de ficheiros, de origem, é para esquecer, mas como grande parte do segredo disto está nas apps (it’s all about the apps, já dizia o outro, e eu só posso concordar), já há pelo menos uma aplicação no Market (que maravilha que é ter o Market ali na ponta dos dedos) que permite transferências de ficheiros (para quem não tem acesso root ao aparelho só permite enviar ficheiros, não receber). O nome do programa é mesmo *Bluetooth File Transfer*.

O sistema permite “hot swap” de cartões micro sd, o que é óptimo, e quando se liga por usb podemos escolher montar o cartão como um disco externo. Simples, prático.

Falta falar da integração com o Google, que é absolutamente inigualável, uma experiência digna de ficar escrita na história :) . Contactos, calendários e mails, tudo sempre direitinho. A aplicação Android para o Gmail é das coisas mais impecáveis de todo o sempre, absolutamente fantástica, e só pecam por não ter arranjado uma solução do género para o google reader, mas isso já é uma coisa mais específica, que é abordada por vários programas no Market (se bem que nenhum me agrade, para dizer a verdade, continuo a preferir o interface web).

O browser é absolutamente fantástico, e só peca por ser … digamos que um pouco lento, mas se tivermos em conta a experiência de desktop que proporciona, pode-se compreender. De referir que já há um browser no Market (Dolphin) que faz tudo o que o browser default faz, e muito mais, já é o que uso como default no meu sistema.

A parte das mensagens (sms/mms) também é um pouco rudimentar, mas existem tantos programas no Market para melhorar a experiência que isso chega a ser um não assunto. Recomendo o *SMS Popup*, ou o *Handsent SMS*.

Bem, já chega, a ideia não era escrever isto assim tudo ao molho, mas acabei por achar que assim ficava mais natural, como se estivesse a conversar com alguém acerca disto.

Resta-me salientar que o próximo artigo, já meio escrito, será sobre os programas que eu para já recomendo, desde pequenos jogos até browsers, software de leitura de códigos de barras ou software para a web social. Fiquem atentos.

Se recomendo o Magic a quem quer um aparelho “all-in-one” e que proporcione uma experiência de utilização sem dores? Completamente (e o preço acessível é um extra importante, há que admiti-lo).

ps: entretanto o Magic sofreu uma profunda e dolorosa operação estética e já se encontra a correr uma coisa mais moderna, de seu nome Sense UI, o mesmo que corre o Hero (que tem precisamente o mesmo hardware a nível de memória e CPU), mais tarde abordarei um pouco este assunto aqui no blog, mas sem entrar em detalhes, que a conversa é melindrosa.

ps2: se alguém quiser saber concretamente mais alguma coisa sobre algum programa ou parâmetro do Magic ou do Android, façam favor de perguntar, que eu não falei de tudo no post para não ficar demasiado maçador.

Os mitos da vacina contra a Gripe A 9

Como me sinto já um pouco enojado com todo o circo de desinformação que se anda a fazer com um assunto tão sério como a questão da Gripe A nas grávidas, decidi meter aqui um quote integral de uma notícia que saiu hoje no ionline:

A causa de morte de um feto – e acontecem mais de 300 por ano – é impossível de identificar em 50% dos casos, mesmo com autópsias, exames do cordão umbilical, de malformações e de alterações genéricas, devido “à enorme complexidade” da gestação, explica o obstetra Manuel Hermida que estudou durante anos estes óbitos. Mas, na lista de causas para que uma gravidez seja subitamente interrompida, não constam vacinas. O director do serviço de ginecologia/obstetrícia do Hospital Garcia de Orta, em Almada, refere mesmo que “não há nenhum caso de morte associada a nenhuma vacina”. “São conhecidos casos de mulheres que, não sabendo que estavam grávidas, tomaram vacinas contra-indicadas, como a rubéola e a toxoplasmose, e não tiveram complicações graves”, diz. Mesmo assim, o clínico refere que é importante avaliar o que realmente se passou com a grávida internada na CUF Descobertas, em Lisboa, como forma de evitar “angústias que estão a ser criadas nas mulheres” que esperam filhos e que não se justificam tendo em conta o conhecimento médico existente.

Ontem, ainda os especialistas se desdobravam em explicações sobre a inexistência de uma ligação entre a vacina e as mortes dos dois fetos ocorridas nos últimos dias, e já o Hospital de Leiria confirmava um terceiro caso numa grávida de 20 semanas, com 27 anos. A mulher deu entrada ontem no hospital, com o feto já sem batimentos cardíacos, tendo a morte do feto sido confirmada pelos médicos. A vacina tinha sido administrada a 2 de Novembro.

Os resultados da autópsia do feto que morreu na segunda-feira na Cuf Descobertas deverão ser conhecidos em breve. Mas a direcção clínica descartou ontem a ligação de causalidade com a vacina, sublinhando que a grávida não teve qualquer reacção após ter recebido a imunização contra o H1N1.

A mulher está ainda internada na CUF Descobertas e, segundo a unidade, “bem, calma e sem problemas”. Antes da autópsia concluída, a directora do serviço de Ginecologia e Obstetrícia, Conceição Telhado, teve pouco mais para acrescentar ao caso. A médica refere apenas que não havia estrangulamento do cordão umbilical, já que este se encontrava ao longo do corpo, e admite que pode ter sido morte súbita ou qualquer outra causa não detectada durante o parto.

A mulher, que estava de 33 semanas e um dia, deu entrada às 21h00 de segunda-feira, queixando-se de “diminuição dos movimentos fetais”. A morte do feto foi confirmada numa ecografia. O parto induzido terminou às 4h00. Era o terceiro filho e não havia doenças associadas mas, explica a responsável da unidade de saúde, “estas situações acontecem”.

Os três casos estão a criar ansiedade nas grávidas, admite o presidente do conselho de administração da Maternidade Alfredo da Costa em Lisboa. Jorge Branco refere no entanto que a recusa da vacinação é que “é um problema de saúde pública”.

Como estão com as defesas imunitárias reduzidas devido à gravidez, as mulheres ficam mais sujeitas a complicações decorrentes de uma gripe que podem tornar-se graves, lembra. Na maternidade de Lisboa, a campanha de vacinação está a decorrer – as grávidas com doenças já foram imunizadas. E o médico refere que muitas têm dúvidas sobre se devem tomar a vacina. “É preciso esclarecer as pessoas. Tanto quanto se sabe, não há nenhum tipo de relação entre a vacina e as mortes.”

Gostava também de pedir aos médicos/enfermeiros/etc que andam a espalhar que não vale a pena apanhar esta vacina que tenham juízo na cabeça, e que tenham um mínimo de profissionalismo e dignidade, e que parem com esta palhaçada, porque podem estar a contribuir directa ou indirectamente para que alguém possa ter complicações gravíssimas quando era desnecessário.

Só temos o que merecemos (no que a futebol diz respeito) 6

Análise rápida a uma situação que acho verdadeiramente caricata, e que mostra bem a irracionalidade que o futebol causa.

Há uma semana atrás, um jogador do Nacional da Madeira, de seu nome Ruben Micael (ele não tem culpa do nome piroso, coitado), afirmou, no fim do jogo contra o Benfica, que tinha sido alvo de pressões durante o intervalo, no túnel de acesso ao balneário.

Obviamente, caiu-lhe meio mundo em cima, porque os jogos ganham-se em campo, porque isso são histórias da carochinha, porque não alinhamos nessas jogatanas, etc, etc …

Posto isto, esta semana, no jogo com o Braga, num jogo em que obviamente havia um ambiente agressivo de ambos os lados (eram duas equipas em igualdade pontual, no primeiro lugar, situação portanto perfeitamente natural), e em que ninguém queria perder, houve um desentendimento entre um avançado do Benfica e o banco de suplentes do Braga (não se sabe bem quem começou a festa) que gerou um enorme festim de empurrões e bofetadas à entrada do túnel.

O que se passou lá dentro ninguém realmente sabe (apesar das inúmeras teorias de conspiração), mas, contrariamente à semana passada, em que não se alinhava nessas coisas e em que os jogos se ganhavam em campo, agora parece que afinal isso já é relevante, já importa, e já teve, imagine-se, influência no resultado.

Há uma semana atrás, como se deu mais uma goleada, ainda se gozou com as situações, esta semana perde-se, num grande jogo de futebol em que qualquer equipa podia ter marcado vários golos (ganhou quem foi mais eficaz), e afinal essas coisa já interessam.

O futebol é uma coisa estranha, não concordam?

ps: não quero minimamente saber quem teve culpa ou deixou de ter tanto numa semana como noutra, é-me completamente indiferente, é só para realçar o interesse que as coisas ganham quando é mais ou menos conveniente.

Assistência Apple 25

A ideia deste post é fazer um claro relato da minha última experiência com a Apple e sua assistência aos Mac.

O meu Macbook, de finais de 2007 (está a cerca de 1 mês do fim da garantia), que foi comprado directamente à Apple pela loja online, estava com alguns problemas. Tinha uma racha gigantesca na “top case”, no sítio em que milhares de outros Macbook tiveram o mesmo problema, e a superdrive tinha dado o berro de vez (gravador/leitor de cd/dvd). Como eram dois problemas que não impediam o funcionamento da máquina, deixei arrastar a situação durante uns meses até ser pressionado pela data de término da garantia.

Contacto a Apple, sou muito bem atendido (nada daquelas palhaçadas com que apanhamos nas operadoras) e o pedido de assistência é aberto no sistema informático (só o da racha, porque o superdrive tinha que ser primeiro testado). Ou seja, sem olharem, trataram logo ali do problema das rachas. Nota 20.

Como moro nos confins do universo, perguntei ao rapaz da Apple se sabia de algum ponto de assistência que permitisse o envio do Macbook, e foi-me aconselhado (porque era o único que ele conhecia) a Tou Aqui Tou Aí, que facultava alegadamente um serviço de “pick&return”.

Posto isto, telefono para a Tou Aqui Tou Aí, onde sou mais uma vez maravilhosamente atendido, e depois de explicar a situação e o que pretendia foi-me pedido para enviar um mail com os dados pessoais, com o relato das avarias, e que no dia seguinte passaria uma transportadora para levar o meu Macbook.

Dito, e feito. No dia seguinte (Quinta Feira), aparece um senhor de uma transportadora para levar o meu Macbook. Como não estava a contar com ele tão cedo, ainda teve que gramar uns 15 minutos até eu empacotar o Macbook, que foi dentro da bolsa de protecção que uso (larobe be.ez).

Decidi dar um tempo à situação, e não andar com telefonemas a perguntar se estava tudo bem e se o problema estava a ser resolvido, mais para não stressar do que outra coisa :)

Passados 6 dias, ou seja, ontem, Quarta Feira, sem qualquer tipo de aviso (não estou a por isto como algo negativo, atenção), tocam-me à campainha e qual não é o meu espanto quando percebi que era o meu Macbook, arranjadinho, fresquinho como uma alface.

Levou uma “Top Case” nova (ou seja, o Macbook parece que foi hoje comprado), e uma superdrive também nova, e muito mais silenciosa que a outra que vinha de origem. Esqueceram-se de me enviar de volta a bolsa, mas já telefonei para lá, e depois de mais uma simpática conversa, o senhor disse que me ia enviar pelo correio, sem problemas.

Conclusão? Moro a mais de 200km de Lisboa, o meu Macbook foi e veio “sozinho” até lá, não gastei um cêntimo em absolutamente nada, e foi tudo tratado com um profissionalismo e simpatia (tanto na Apple como na Tou Aqui Tou AÍ) que me deixaram absolutamente maravilhado. Recomendo a Tou Aqui Tou Aí a qualquer pessoa que precise de assistência com o seu Mac, sem pestanejar.

Software para placas 3G Huawei compatível com Snow Leopard 6

Pois é, desde que comprei a minha placa 3G da TMN (Huawei E170) que me deparo com o caricato problema de não poder aceder aos sms do cartão, ou a outras funcionalidades mais avançadas, tal como poder escolher o tipo de rede ou controlar o tráfego, tudo porque o software que é distribuído com as placas é completamente primitivo, em comparação com o software que é distribuído para windows.

Tendo em conta a inutilidade do tal software, só o usava para a primeira instalação, e depois metia a placa sem PIN e ligava-me pelas preferências de rede do próprio sistema, poupando tempo e trabalho.

Com a mais recente actualização do sistema operativo da Apple, o Snow Leopard, a placa perdeu a configuração e vi-me obrigado a utilizar o software. Acontece que o software simplesmente não funciona no Snow Leopard, e tive que andar com alguns truques de magia negra para voltar a configurar a ligação 3G.

Acontece que ontem vi este tweet e fui logo experimentar. O software funciona lindamente, é só um pouco lento a iniciar, mas tem precisamente as mesmas características (e aspecto) que o software que existe para windows, com todas as funcionalidades.

O ficheiro para download é este – HUAWEI_UMTS_Dashboard_MACB301D 11SP00C03 (link directo). Basta descompactar, instalar e correr (com a placa ligada).

Screenshot:

Espero que as operadoras comecem a fornecer este software com as placas, por que o actual, além de ser pré histórico, nem sequer funciona em Snow Leopard.

Nota: o software é da Huawei, certamente só funcionará em placas desta marca.

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